Sábado, 18 de Outubro de 2008
Serra lembra ação de militares
Em encontro ontem com taxistas, Marta falou sobre a "irresponsabilidade", de Serra a "incapacidade para a negociação" e tenta tirar proveito eleitoral do episódio assim como ocorreu em 1989, no seqüestro do empresário Abílio Diniz. Para o leitor que não leu, aqui no dia 17 uma matéria escrita por Zé Augusto trata desse tema.
"Quando houve o seqüestro de Abílio Diniz, puseram camisetas do PT nos seqüestradores, e o Lula perdeu a eleição. E agora, quando estamos na véspera de uma eleição, fico pasma de o governador fazer acusações desse porte. É muito sério o que ele fez", disse Marta.Logo após o confronto das polícias anteontem, Serra deu entrevistas dizendo que PT, CUT e Força Sindical insuflaram a manifestação da Polícia Civil por motivação eleitoral.
Vice na chapa da petista, Aldo Rebelo (PC do B) associou o discurso de Serra ao dos governos militares. "Não defendo armas, quebra de autoridade, mas a atitude de Serra não honrou a tradição democrática de um homem que já fez muita passeata na rua. Ele usa agora o mesmo discurso de governos de quando ele, Serra, era líder estudantil, deputado, e apoiava campanhas salariais", disse.
O porta voz dos tucanos, o jornal Folha de S.Paulo, diz que, O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso corroborou a tese levantada por Serra. "Havia pessoas ligadas às eleições de alguma maneira estimulando uma coisa que acho que elas deveriam acalmar", afirmou.
Sobre as críticas do vice de Marta, Serra disse: "Não acredito que o Aldo tenha dito isso. Se disse, perdeu ótima oportunidade de não dizer besteira".
O tema dominou boa parte das falas do encontro, ontem, do chefe-de-gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, com líderes religiosos católicos. Foi lançado um manifesto pró-Marta, que pede voto na candidata "em favor dos mais pobres" e diz: "É dever de todo cristão, olhando o fio da história que nos corta, dar um basta definitivo a resquícios da ditadura." São 500 mil cópias.
"Não é possível que um governante, diante do fracasso de uma negociação, se apresse em atribuir a culpa a um partido, a lideranças sindicais, sem ter o mínimo de bom senso para avaliar onde fracassou", afirmou.
"Como petista, me senti ofendido, pois essa não é a verdade dos fatos. Como membro do governo federal, lamento que o governador não retribua a generosidade com que o presidente o trata", disse Carvalho. Parlamentares afirmaram que tanto Serra como Kassab "criminalizam os movimentos sindicais e sociais".
A grande lambança do Sr. José Serra encoberta pelo pó nebuloso da vênus platinada

Eu vou evitar me estender neste assunto para não repetir o que fizeram os abutres da GLOBO-PIG-DEMos e Tucanos com as vítimas, do acidente da TAM, explorando politicamente a tragédia. Pior ainda ainda, envolve crianças.
Porém, é impossível aguentar calada, o que o governador Serra e sua secretaria de Segurança estão fazendo, com apoio da imprensa: se comportando como abutres do silêncio sobre a verdade da tragédia.Jornais e TVs, não ousam, nem mesmo pensar, o que todo mundo está vendo, para não vazar e não prejudicar Serra/Kassab.
Tenho informações seguras, de mais de uma fonte, que estavam presentes no conjunto habitacional em Santo André: Se a polícia não invadisse o apartamento, o ex-namorado da moça não teria disparado o tiro que a deixou em coma no hospital. A menina, amiga da vítima, que depois de libertada voltou ao apartamento a pedido da polícia, está hospitalizada. E a polícia já contou o motivo?. Ela foi ferida no rosto com os explosivos plásticos jogado no apartamento para facilitar a invasão da polícia.
A versão, tanto de José Serra, (depois de ter declarado a morte da menina), e do comando das polícias, são de que, invadiram depois que ouviram tiros: Não é verdade. Ordem do Governo para encobrir a grande lambança do dia anterior quando Serra jogou policiais militares, contra polícias civis, para reprimir com violência manifestação dentro da legalidade da Polícia Civil?.
Os próprios policiais de carreira, longe dos gabinetes do palácio Bandeirantes, cumpridores de seus deveres de zelar pela segurança dos cidadãos, estão insatisfeitos com as ordens e tratamento que eles tem recebido da cúpula da secretaria de segurança.
Kassab apoia a reorientação sexual pela fé ou o orgulho gay?
A vida pessoal do prefeito é questão de fôro íntimo.
Mas as POLÍTICAS sobre questões de gênero que ele apóia na cidade afeta o interesse público de dois grupos com visões diferentes.
Durante a campanha eleitoral, em 13/09/2008, Kassab participou de um culto evangélico de reorientação para tirar uma opressão na vida dele desde os 17 anos, pela fé, segundo o pastor.
Entoando um cântico de louvor, o apóstolo Sérgio Lopes dirige à Kassab:
"...entregar teu coração ao senhor
ele vai dar a você
um sonho antigo
que você tinha desde os 17 anos
quando você pediu a Deus
Para ele te ajudar
Havia uma opressão
Sobre a sua vida
Quando você pediu ajuda
O senhor te entregou..."
Dez dias depois, Kassab visitou e prestou apoio à comunidade GBLT na sede da Parada Gay.
Um prefeito deve ser de todos, dialogar com todos, inclusive com quem não concorda, mas um político não pode endossar 2 POLÍTICAS OPOSTAS ao mesmo tempo.
Religiosos mais ortodoxos chegam a considerar a homosexualidade um "encosto" que precisa ser removido do corpo da pessoa mediante sessões de "descarrego".
Algo como uma sessão de exorcismo serviria para tirar o "coisa ruim" do corpo.
Outros consideram a tentação natural, e recomendam resistirem ao pecado.
Por outro lado, a OMS (Organização Mundial de Saúde), com base na ciência, já considera a homosexualidade uma característica da pessoa que assim nasce. Que não é opção, não é perversão, e não é "doença" para ser curada. Essa posição parece ser a dos grupos organizados de GLBT.
O objetivo desta nota não é julgar nada, nem ninguém. É apenas cuidar do enfoque político e mostrar que Kassab está endossando coisas opostas conforme a platéia a que se apresenta, contrariando os interesses opostos de cada lado, pelas costas.
Mora em São Paulo e está sem cartaz da Marta?
Se tiver como pegar em um dos comitês, vá lá (clique na estrelinha para pegar o endereço):
Se não tiver, quem não tem cão, caça com gato.
Clique na imagem acima para ampliar, e depois imprima, numa folha de impressora mesmo. Até preto e branco, vale.
Pregue na Porta e nas janelas que dão vista pra rua.

Já colocou a musiquinha da Marta no Celular?
Até as eleições, troque o toque do celular pela música de campanha de Marta, se você mora em São Paulo.
Acesse a página abaixo e escolha qual das duas musiquinhas:
http://www.marta13.can.br/material_campanha.php?tipoMaterial=R
Quer colocar a foto da marta no fundo da tela do celular? Pegue aqui:
http://www.marta13.can.br/material_campanha.php?tipoMaterial=M
Troque o ícone do MSN e Orkut:
http://www.marta13.can.br/material_campanha.php?tipoMaterial=I
Pesquisa Datafolha: a gente não está nem aí. Faça como Lula, vá pra rua apoiar Marta.
A Datafolha me saiu com uma pesquisa que mostra 16% de vantagem para Kassab, praticamente a mesma coisa da semana passada.
Sei lá se esta pesquisa está refletindo a realidade de fato. No primeiro turno errou feio, inclusive a favor de Kassab.
As pesquisas internas, que tem vazado notícias, tem mostrado o eleitor mais disposto a votar em Marta, e menos disposto a votar em Kassab.
Além disso, os institutos costumam ajustar de acordo com freguês, na margem de erro e outras coisas mais, como pesquisar pedrestes e não domicílios.
Eu acredito que a pesquisa é mais precisa nos bairros ricos do que na periferia, porque na periferia tem alguns lugares que pesquisador não vai, por dificuldade de acesso e até segurança.
Além disso o Datafolha é da Folha, e a Folha é do Serra, então já viu, né?
O fato é que dá pra virar. Erundina quando venceu, foi de virada na reta de chegada. Jacques Wagner na Bahia, se dependesse da pesquisa, tinha perdido feio na véspera.
Mas mesmo que a diferença fosse 20% ou 5%, o que tem a ser feito é a mesma coisa: lutar!
Todo mundo que pode, tem que ir pras ruas, mostrar quem é Marta, e quem é Kassab. Que prefeita será Marta, agora que Lula consertou o Brasil, e que prefeito medíocre é o Kassab.
A eleição ainda é daqui a 9 dias. Falta virar 8 pontos.
Kassab não é nenhum Lula, muito pelo contrário, é totalmente vulnerável. Se desespera até com 2 perguntinhas básicas.
Marta já se desgastou o que tinha para desgastar ao longo dos anos, agora o eleitor está em processo de revisão: vê melhor Marta e vê pior Kassab. Até dia 26 cai a ficha cai e muda o voto.
É hora de arregaçar as mangas e ir à luta com tudo.
O próprio presidente Lula está fazendo isso.
Hoje, sábado, de manhã, Lula está no bairro da Liberdade com Marta. Quem puder vá e leve os amigos para votarem com Lula e Marta.
A concentração começa às 9:00 horas.
Helena indicou o local abaixo.
Aproveite o fim de semana:
- vá aos comitês (os endereços estão nesta página aqui) e pegue material para levar para casa, trabalho, escola, igreja, manicure, boteco, churrasco, família, condomínio, vizinhança, etc.
- Se vistam de Marta, coloquem cartaz na janela, na porta, no muro.
- Conversem, expliquem. Se todo mundo fizer um pouco dessas coisas que estiverem ao seu alcance, a virada é certa.
Não mora em São Paulo? Se tiver parentes e conhecidos, tente conversar com eles sobre a importância do voto em Marta. No site da marta13 tem o programa de governo.
Caso se emploguem dêem as sugestões acima.
Secretaria de Segurança de Serra: falar o quê mais?
Operação desastrada vitima reféns. Uma está na UTI em estado grave.
Polícia briga com polícia.
Salários entre os mais baixos do Brasil, deixa os policiais civis em greve por mais de um mês, e o governador ora faz cara de paisagem, ora parte para a violência.
Se o governador só pensa em 2010 e não quer governar, que licencie desde hoje para fazer campanha, e deixe o vice no posto.
Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
PF faz busca e apreensão contra empresas Vivo e Brasil Telecom em inquéritos dos grampos
A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira ações de busca e apreensão contra as empresas Vivo e Brasil Telecom, no inquérito que apura a realização de grampos telefônicos clandestinos contra autoridades dos três Poderes. A PF mantém sob sigilo o conteúdo do material apreendido nas operadoras telefônicas, mas revela que a ação teve como objetivo levantar provas para as investigações do inquérito.
Segundo a Polícia Federal, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na Brasil Telecom e um na Vivo. Os delegados Willian Morad e Rômulo Berredo, que presidem o inquérito, determinaram a operação de busca.
No início de outubro, a PF solicitou a prorrogação do inquérito. Depois de um mês de investigações, a PF solicitou mais tempo para apurar detalhes sobre os grampos que flagraram uma conversa do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO).
Os delegados mantêm os trabalhos da PF em sigilo, uma vez que caso tramita em segredo de Justiça. Os dois já ouviram Mendes e Demóstenes em depoimentos separados, mas não adiantaram detalhes do caso.
Até agora, a PF também ouviu o depoimento do agente aposentado do SNI (Serviço Nacional de Informações) Francisco Ambrósio do Nascimento. Apontado como responsável pelos grampos ilegais contra senadores, deputados, ministros e autoridades do Judiciário, Ambrósio negou à PF ser responsável pelas supostas escutas clandestinas.
Peritos da PF analisaram linhas telefônicas do Senado para averiguar supostas escutas clandestinas, mas não encontraram indícios de grampos nos telefones dos parlamentares. A Polícia Legislativa do Senado, em relatório encaminhado ao presidente da Casa, Garibaldi Alves (PMDB-RN), negou que as escutas clandestinas realizadas contra um grupo de senadores tenham sido instaladas nas dependências do Legislativo.
Denúncia
Os grampos armados foram divulgados pela revista "Veja", que publicou diálogo telefônico mantido entre o presidente do STF e o senador democrata no último dia 15 de julho. Mendes e o senador confirmaram a conversa.
De acordo com a reportagem, a transcrição do diálogo foi repassada por um agente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), impedida legalmente de realizar interceptações telefônicas. A PF nega ter feito escuta sem autorização judicial, mas abriu inquérito para apurar o caso.
De acordo com a reportagem da revista "Veja", o suposto grampo ilegal aconteceu uma semana depois que a Polícia Federal deflagrou a Operação Satiagraha, na qual foi preso o dono do Opportunity Daniel Dantas, suposto chefe de um esquema de corrupção. O banqueiro deixou a prisão depois que o presidente do Supremo concedeu habeas corpus.
A reportagem de"Veja" disse ainda que os telefones dos ministros José Múcio (Relações Institucionais) e Dilma Rousseff (Casa Civil), o ministro do STF Marco Aurélio Mello, e o chefe-de-gabinete do presidente, Gilberto Carvalho, também foram grampeados. Após a denúncia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou o afastamento temporário de toda a cúpula da Abin, incluindo Paulo Lacerda, ex-diretor geral da instituição. Agora vamos saber a verdade já que as invetigações descartaram participação da , Abin e PF.
Testando a memória dos leitores
Quando os jornais internacionais, "Wall Street Journal", o "Financial Times" e "Le Monde", mais o "Le Figaro", divulgaram as primeiras notícias caso Alstom envolvendo os tucanos, Geraldo Alckmin e José Serra, do PSDB de São Paulo, sabe o que José Serra disse?. Não sabe?. Leia aqui e Leia também
Kassab apresentou uma versão para explicar os consecutivos recordes de congestionamento no caótico trânsito da capital paulista. Você sabe que versão foi essa? Leia
E quando o hospital das Clínicas em São paulo pegou fogo na fiação eletríca absoleta. Quem Serra culpou? Leia
Depois, uma notinha publicada na Folha, dizia que apurou com membros da polícia científica, o IC (Instituto de Criminalística) incêndio foi evento comum, e não criminoso.
Contra Serra, policiais civis prometem parar em todo País
O presidente do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo (Sipesp), João Batista Rebouças, ao lado do presidente da Federação das Polícias do Brasil, Paulo Martins, e do deputado federal Paulinho da Força, adiantou que irá haver uma manifestação de greve 24 horas da Polícia Civil em todo o Brasil em repúdio ao governador José Serra. Segundo as entidades, a data da paralisação nacional será no dia 29 de outubro.
Ontem, policiais civis em greve desde 16 de setembro realizavam uma passeata quando entraram em confronto com policiais militares em São Paulo. O conflito ocorreu quando os manifestantes teriam tentado furar um bloqueio da PM em um área de segurança do Palácio dos Bandeirantes. Policiais militares chegaram a utilizar bombas de gás e efetuar tiros com balas de borracha.
"Não somos inimigos da PM, nosso inimigo chama-se José Serra. A Polícia Civil não tem mais nada a perder", disse Rebouças sobre o episódio do confronto entre policiais civis em greve e policiais militares nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
O governador José Serra associou o protesto a entidades sindicalistas e disse que a manifestação tem cunho "político-eleitoral". Entidades como a Força Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) rebateram as críticas e criticaram a postura do governador. "Quem pretende ser presidente da República não pode agir dessa maneira", disse o presidente do Sipesp.
Mais cedo, o governador afirmou que o confronto ocorrido ontem não reflete um conflito entre as corporações. "Foi um conflito localizado com manifestantes e número muito limitado. (...) Uma coisa é reivindicação, o direito de protestar. Outra coisa é fazer reivindicação armada", disse. Serra afirmou que não existe intransigência do governo para negociar com os policiais. Terra
Frase do dia: Serra negocia com o PCC, mas não negocia com a polícia
Os policiais civis dizem que vão radicalizar a greve nas delegacias do Estado de São Paulo. A situação se intensificou depois que ó governado de São Paulo José Serra (PSDB) deu ordens para a polícia militar que faz sua segurança, conter de forma violenta os grevistas policiais civis,na tarde da quinta-feira, 16, quando pelo menos 32 pessoas ficaram feridas nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes. Até às 12 horas desta sexta, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não havia se manifestado sobre a situação da greve e o confronto das polícias. Os polícias em greve também querem a saida de Marzagão O secretário Ronaldo Augusto Bretas Marzagão não se manifestou.
Patrimônio de Kassab cresceu 316% no período em que foi eleito para Assembléia e atuou na gestão Pitta; Serra diz não ver problemas
Patrimônio de Kassab cresceu 316% no período em que foi eleito para Assembléia e atuou na gestão Pitta; Serra diz não ver problemas Promotoria investigará bens do vice de Serra
A Promotoria de Justiça da Cidadania de São Paulo determinou a abertura de inquérito civil para investigar eventual enriquecimento ilícito do deputado federal Gilberto Kassab (PFL), candidato a vice-prefeito de São Paulo na chapa do tucano José Serra. Além do parlamentar, também será alvo da investigação o deputado estadual Rodrigo Garcia (PFL), 30, seu sócio em vários empreendimentos. Garcia foi chefe-de-gabinete de Kassab no período em que ele ocupou a Secretaria de Planejamento da administração Celso Pitta (1997-2000).
O inquérito foi aberto com base na reportagem da Folha, publicada ontem, sobre a evolução patrimonial de Kassab. Entre 1994 e 1998, descontada a inflação, o patrimônio pessoal do deputado teve um salto de 316%. Nesse período, Kassab foi eleito deputado estadual e trabalhou, por um ano e três meses, no governo Pitta. O patrimônio declarado em 94 era de R$ 102 mil, em valores da época. Quatro anos depois, atingiu R$ 985 mil. Na declaração entregue nesta semana ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral), o valor é de R$ 3,9 milhões.
Kassab, que atribui o crescimento de bens à sua atividade empresarial, afirmou ontem não ver problemas na abertura da investigação. Garcia, sócio de Kassab, disse que o início de seu patrimônio foi uma transferência de bens de seu pai, um ex-industrial.
Serra disse não ver problema no crescimento do patrimônio pessoal de seu vice. "Ele tem todas as explicações e deve apresentar todas. Não é questão de eu concordar, é um fato. Não vejo problema [na variação patrimonial de Kassab]", disse Serra, que caminhou ontem pelo centro de São Paulo.
"A variação de renda é algo que cada um deve demonstrar com muita facilidade, sendo a declaração bem feita", disse Serra, que afirmou não ter tratado do tema com o vice. O pefelista não foi à caminhada. Estava em Brasília. Serra foi contra a indicação de Kassab para a sua vice e ameaçou não ir à convenção do PSDB que o escolheu candidato.
O ex-ministro defendia que o cargo fosse entregue ao secretário estadual de Juventude, Esporte e Lazer, Lars Grael, ou ao secretário de Justiça, Alexandre de Moraes, mas o PFL não concordou.
Serra disse que o fato não irá atrapalhar sua campanha. Aliados do tucano, porém, afirmam que se reunirão com Kassab para lhe pedir explicações. O sentimento hoje na cúpula do PSDB paulista é que não há razão para pedir que Kassab deixe a vice. (Folha de São Paulo, quinta-feira, 08 de julho de 2004 Leia )
José Serra é mentiroso
Veja o que disse Geraldo Alckmin no mês passado 20/09/2008 ao jornal Folha
Pela manhã, Alckmin afirmou que Serra não queria Kassab como vice e ameaçou desistir de concorrer quando o nome foi escolhido. "O Serra queria como candidato o Lars Grael [hoje no PPS, na época no PFL]. Depois se acertou, e já estava escolhido praticamente o Alexandre [de] Moraes [secretário municipal dos Transportes]. Houve um golpe na véspera da convenção, o Serra quase desistiu de ser candidato. Não é a forma adequada de fazer as coisas", acusou.
Agora veja o que disse José Serra também no mês passado à Folha
Irritado com a menção de seu nome, Serra reagiu só à noite e por intermédio da assessoria:
"Lamento que a febre da disputa eleitoral acabe me envolvendo em ataques de campanha. A afirmação não é correta. Não houve golpe na indicação do nome, que foi feita pelo PFL, até porque quem me conhece sabe que pressão comigo não funciona. Por outro lado, como já afirmei em outras ocasiões, o Gilberto Kassab foi um vice leal e solidário. E, à frente da prefeitura, seguiu à risca nosso programa de governo".
Chega de hipocrisia!!!
Sabe de onde ele veio? Qual a história do seu partido?/ De quem foi secretário e braço direito?/ De quem esteve sempre ao lado, desde que começou na política?/ Se já teve problemas com a justiça? Se melhorou de vida depois da política?/ É casado? Tem filhos? Foram essas as perguntas feitas a Kassab no programa eleitoral de Marta e que gerou um escarcéu danado no PIG (Partido da Imprensa Golpista).
O PIG paulistano (e alguns petistas puritanos) espernearam, dizendo que perguntar se o prefeito Kassab era casado ou se tinha filhos era baixaria e preconceito. Kassab não respondeu a nenhuma das perguntas e na defensiva saiu dizendo que não era homossexual. É inacreditável o que faz o PIG paulistano para proteger seu(s) candidato(s) e atacar seus adversários. Ontem mesmo, no SPTV, Carlos Tramontina deu uma demonstração de puxa-saquismo sublime ao perguntar a José Serra sobre o confronto entre as policias civil e militar e ficar levantando a bola pro tucano chutar. Não fez um único questionamento e nem ouviu os representantes dos policiais civis em greve.
Portanto, ninguém deve esperar do PIG paulistano que investigue sobre Kassab aquilo que já virou carne de vaca no mundo dos blogues e que todo mundo já comenta nas ruas. O prefeito Kassab criou a secretaria especial de desburocratização para acomodar ali seu suposto namorado, companheiro de dobradinhas eleitorais e sócio em várias empresas, Rodrigo Garcia. Kassab é do PFL, o mesmo PFL que defende o estado mínimo, como Kassab, que propõe que Lula corte recursos e diminua ministérios, criou uma secretaria apenas para acomodar seu sócio/companheiro? Imaginem se Kassab fosse do PT, o assunto seria pauta principal em todos os meios de comunicação do PIG. Ou se Marta, quando prefeita, criasse uma secretaria para acomodar seu marido. Qual seria a reação da mídia? Todos nós sabemos qual seria.
O mesmo PIG que investiga a vida de Lula e de toda sua família, que coloca câmeras de TV para flagrar gente do governo fazendo top-top, que revirou a vida pessoal de Marta e de tantas outras pessoas, simplesmente lava as mãos no episódio Kassab/Rodrigo, como se fosse anti-ético tocar no assunto. Ora bolas, hipócritas do PIG, se Kassab é gay, ou não, é um problema dele, mas se ele cria uma secretaria para acomodar seu suposto namorado, principalmente sendo seu sócio em diversas empresas como vem sendo divulgado por este e tantos outros blogues, então isso é problema de todos nós, eleitores desta cidade. A mídia não pode continuar nos sonegando informações que já estão se tornando públicas no boca-a-boca desta cidade. Pelo simples fato de fazer as duas últimas perguntas que iniciam este texto, Marta foi punida com perda de tempo no horário eleitoral.
Um outro panfleto de campanha que faz a comparação entre Marta e Kassab foi distribuído nas ruas por um único dia e cassado pelo TER/SP, enquanto isso Kassab aparece em seu programa entregando um cheque para Serra para as obras do metrô. As máquinas da prefeitura e do Estado, juntas, em benefício da campanha Kassab e o TRE/SP faz vistas grossas.
Essa é a hora de acabar com a hipocrisia da mídia. Usar o programa eleitoral e questionar por que a mídia não fala sobre o caso. Por que não questionam a criação desta secretaria. Qual sua necessidade? Qual a relação societária de Kassab e Rodrigo? Essa discussão está nas ruas de São Paulo. Todos comentam. Se o PIG paulistano vai continuar fingindo de morto então que o programa eleitoral de Marta cumpra a função de esclarecer esses fatos, com urgência.
Por: Nelson Jandir Canesin
Sociólogo - São Paulo/SP
Agora São Paulo já sabe: Kassab enriqueceu na política
Sabe de onde ele veio?
Qual a história do seu partido?
De quem foi secretário e braço direito?
De quem esteve sempre ao lado desde que começou na política?
Se já teve problemas com a Justiça?
Se melhorou de vida depois da política?
Você sabe se ele é casado?
Tem filhos?"
Patrimônio de vice de Serra (Kassabb) teve salto de 316% em 4 anos
Candidato a vice-prefeito de São Paulo na chapa de José Serra (PSDB), o deputado federal Gilberto Kassab (PFL), 43, teve um salto de 316% no seu patrimônio pessoal entre os anos de 1994 e 1998, já descontada a inflação.
No período, Kassab foi eleito deputado estadual e ocupou, por um ano e três meses, a Secretaria de Planejamento de São Paulo na gestão Celso Pitta (1997-2000).
Ao se candidatar à Assembléia, em 1994, declarou ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) um patrimônio de R$ 102 mil, em valores da época. Seus bens mais valiosos eram 16 linhas telefônicas, cujo valor virou pó após a privatização das teles, e um Monza, itens que representavam 62% do total.
Quatro anos depois, em nova disputa eleitoral, desta vez para a Câmara dos Deputados, o patrimônio atingiu R$ 985 mil, também em valores da época.
Disse, então, ter metade das cotas de quatro empresas: uma agropecuária de 1.200 hectares em Paranaíba (MS), uma transportadora de cargas com 12 caminhões em São José do Rio Preto (SP), uma empresa de engenharia e uma gráfica, ambas em São Paulo.
O sócio de Kassab nas quatro empresas era o seu ex-chefe-de-gabinete na gestão de Pitta, o deputado estadual e tesoureiro do PFL-SP Rodrigo Garcia, 30.

Nos anos posteriores, Kassab continuou a ter resultados expressivos no seu patrimônio. Somente entre 2002 e 2003, segundo ele, o valor oscilou positivamente 17%. Na comparação entre 94 e 2000, descontada a inflação, o crescimento do patrimônio de Kassab, avaliado então em R$ 1,5 milhão, foi de 500% em termos reais. Em dezembro de 2003, segundo a declaração entregue anteontem ao TRE, o deputado atingiu R$ 3,9 milhões de patrimônio, incluindo uma dívida de R$ 500 mil por um terreno. Declarou R$ 500 mil em cotas da agropecuária, R$ 500 mil em cotas da transportadora, R$ 400 mil na empresa de engenharia e R$ 100 mil na gráfica. Além disso, declarou ser o proprietário de uma casa e um apartamento em bairros nobres de São Paulo -o apartamento, que avaliou em R$ 740 mil, fica atrás do Shopping Iguatemi, numa das áreas mais valorizadas da cidade.
Nas suas declarações de bens, Kassab não detalhou os ativos de suas empresas, cujo valor real é muito superior às cotas do capital social informadas ao TRE. A fazenda, com 1.600 cabeças de gado, e a transportadora, com 30 caminhões, somam cerca de R$ 8,5 milhões em ativos, segundo Garcia, sócio de Kassab. O total corresponde a R$ 4 milhões em terras, R$ 1 milhão em gado e R$ 3,5 milhões na transportadora.
Na declaração ao TRE, sem discriminar os ativos, as duas empresas aparecem valendo apenas R$ 2 milhões, divididos entre os dois sócios (Kassab e Garcia), uma diferença de R$ 6,5 milhões.
O corretor de imóveis rurais de Campo Grande (MS) Roberto Dias avaliou, em tese, que as terras de uma agropecuária como a de Kassab, na região onde está situada, valem hoje entre R$ 5 milhões e R$ 6 milhões. O gado valeria R$ 750 mil.
Para entrar na sociedade, o deputado disse ter desembolsado também cerca de R$ 540 mil, sendo que parte (R$ 200 mil) teria sido emprestada pelo seu pai. Os desembolsos ocorreram entre setembro 1997 e 1998, no período em que foi secretário de Pitta. Ele afirma ter ficado devendo outros R$ 150 mil para Rodrigo Garcia.
Folha - O que ocorreu nesse período (1994-1998), como o sr. justifica o acréscimo no patrimônio?
Gilberto Kassab - Antes quero falar que comecei a vida profissional um pouco tarde. Tive a felicidade de não trabalhar enquanto fazia faculdade.
Folha - A agropecuária que o sr. tem no Mato Grosso do Sul, adquiriu quando?
Kassab - Essa agropecuária era do meu sócio [deputado estadual Rodrigo Garcia] e a gráfica era só minha.
Folha - O seu sócio lhe deu parte na sociedade?
Kassab - É uma permuta, em partes iguais e em valores iguais. Não houve nenhum presente de ninguém.
Folha - E qual foi a primeira empresa com a qual o sr. se associou, dessas quatro?
Kassab - Olha... Deve ter sido a gráfica e a engenharia, daí depois... As coisas foram mais ou menos simultâneas, hein, mais ou menos simultâneas, quando tivemos a idéia de desenvolver, em setores diferentes, atividades empresariais. Construção, agropecuária.
Folha - No mesmo período.
Kassab - No mesmo período. Eu sou novo, então minha vida empresarial é recente. ...
Folha - O sr. trabalhava com quem na transportadora, quem era seu cliente preferencial?
Kassab - Nós começamos mesmo trabalhando com os produtores de açúcar da região do interior de São Paulo. Então, a gente teve oportunidade de construir a empresa com esses clientes e com os caminhões financiados....
Folha - Como o sr. conseguiu compatibilizar o trabalho de deputado com o de empresário?
Kassab - Na fazenda, eu tenho quem toma conta, um gerente. ...Fonte: Aqui o link
Kassab não respondeu as perguntas... e Rodrigo Garcia desmete Kassab
O deputado estadual Rodrigo Garcia (PFL-SP), 30, sócio de Gilberto Kassab em quatro empresas, afirmou que o início de seu patrimônio foi uma transferência de bens de seu pai, um ex-industrial do interior de São Paulo.
Garcia recebeu, em 1996, um apartamento e metade de uma fazenda em Mato Grosso do Sul com cerca de 600 hectares e 800 cabeças de gado. Em 97, Garcia vendeu o rebanho e comprou a outra parte da fazenda. Naquele ano, tornou-se sócio de Kassab, para quem trabalhava como chefe-de-gabinete na gestão Pitta.
Rodrigo Garcia disse que aceitou dividir seus negócios com Kassab, então com um patrimônio inferior ao dele, por enxergar nele uma espécie de "irmão mais velho". Disse ter começado a construir sua carreira política orientado por Kassab.
"Gilberto me convidou para ser chefe do gabinete dele como uma maneira de juntar as campanhas [eleitorais] e poder fazer com que a história política dele pudesse ser transferida para mim. Ele seria candidato a deputado federal e eu, a estadual. Mas eu fui indicado pelo para ocupar um cargo na Secretaria de Planejamento e, por coincidência, eu era muito amigo do Gilberto", disse o deputado. Ele foi eleito deputado estadual em 98 e reelegeu-se em 2002. O deputado disse que suas empresas são a principal fonte de renda hoje. Teria recebido R$ 884 mil de dividendos entre 1998 e 2003.Leia mais
José Serra (PSDB) manda polícia militar bater em polícia civil em SP e repercute no exterior
"Serra está pagando para ver e vai se dar mal", diz delegado que lidera greve em São Paulo
O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo, José Martins Leal, acusa o governador José Serra de mentir quando diz que a greve dos policiais civis do Estado está "politizada". E ameaça: "O governo não quer conversar. Ele preferiu aquele embate. Ele está pagando para ver, e ele vai se dar muito mal. Eu tenho certeza disso. Estamos ainda mais entusiasmados para protestar".
O governador acusou a greve de ter sido instrumentalizada politicamente. Isso é verdade?
Não é verdade. Ele deveria explicar por que a nossa data-base, que é o dia 1° de março, não foi cumprida até agora, por que ele ficou até julho sem querer nos receber todas as vezes que batíamos na porta do Palácio do Governo. Ele devia explicar isso antes de falar uma mentira tão deslavada. Essa é uma mentira. Aliás, é próprio desse governo reiterar mentiras. Não só o governador, como também os secretários de Estado. Ele sabe que (a greve) não é politica, mas a ausência de explicações é tão grande que ele vai por esse caminho. O fato de um político dizer que é solidário à nossa causa no nosso microfone não significa que a greve está politizada. Leia mais
José Serra provocou o confronto entre policiais civis e militares em São Paulo, na tarde de ontem, ganhou repercussão em pelo menos dois jornais internacionais. O tumulto, que resultou em 23 feridos, foi destaque no site britânico Times Online e no site do jornal espanhol El País. A manchete "Batalla campal en São Paulo"
O protesto reuniu um grupo de policiais civis, cuja categoria está em greve desde o dia 16 de setembro. A manifestação ocorreu próximo ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. O tumulto teria começado quando grevistas teriam tentado furar um bloqueio da PM.
Foram enviados ao local carros do Corpo de Bombeiros, camburões da PM e da tropa de choque, que chegou a atirar bombas de gás de pimenta e lacrimogênio contra os manifestantes. Dois helicópteros e uma ambulância também foram enviados para a área.
O texto publicado pelo espanhol El País definiu o confronto como uma "autêntica batalha campal" e destacou que a manifestação é a quarta que ocorre nos últimos 30 dias. Já a reportagem do Times Online, destaca que, no ano passado, as Nações Unidas apontaram que os baixos salários da polícia brasileira encorajam a corrupção e a formação de grupos paralelos, como as milícias.
Os policiais civis reivindicam aumento salarial de 15%, o que, segundo o secretário da Casa Civil do Estado de São Paulo, Aloísio Nunes Ferreira, custaria aos cofres públicos cerca de R$ 3 bilhões. Segundo ele, a oferta máxima que o governo pretende conceder é de 6,5%. Os policiais civis devem se reunir hoje com os representantes das entidades de classe para tratar os novos rumos da greve. Ficou feio ou não para o Serra?José Serra, agiu de forma eleitoreira para tentar eleger Kassak , colocando a culpa no partido de Marta Suplicy
"Não se deve tripudiar em cima de Marta"
A propaganda eleitoral de Marta Suplicy (PT), com insinuações sobre a vida pessoal do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), não provocou reações homogêneas no movimento gay. Na semana em que a campanha petista perguntou se o democrata era casado e tinha filhos, líderes históricos se dividem sobre a dubiedade do ataque televisivo.
Fundador do Grupo Gay da Bahia (GGB), doutor em Antropologia pela Unicamp e professor aposentado na Universidade Federal da Bahia, Luiz Mott avalia que a trajetória política de Marta não permite que a "mais importante" simpatizante da história do Brasil seja "tripudiada".
- Colocando na balança duas perguntas dúbias, que podem ser interpretadas não necessariamente como homofóbicas, e todo o histórico de ações e declarações favoráveis, não podemos tripudiar em cima de uma figura tão importante na nossa cidadania GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros) no Brasil - pondera Mott, em entrevista a Terra Magazine
Campanha da Marta entra com ação na Justiça após prefeito fazer campanha com Serra
A campanha de Marta Suplicy (PT) entrou ontem com uma representação na Justiça eleitoral na qual pede a cassação da candidatura reeleitoral de Gilberto Kassab (DEM), O comitê petista denuncia o prefeito de usar a máquina municipal em benefício próprio durante evento anteontem no qual anunciou um investimento da prefeitura de R$ 198 milhões nas obras do Metrô. Leia mais

Kassab posou ao lado do governador José Serra (PSDB), seu padrinho político, segurando um grande cheque simbólico com o valor do investimento. Ontem, o site oficial da campanha do candidato do DEM estampava em sua capa uma foto registrando o evento público. A solenidade teve clima de comício e foi organizada pela MPM, uma agência de publicidade contratada pelo Metrô.
Segundo o advogado da campanha petista, Hélio Silveira, só a confecção e exibição do cheque simbólico já fere a Lei Eleitoral, que proíbe "propaganda institucional" durante o período de campanha. "Foi um ato político feito para que a equipe de Kassab divulgue no horário de TV, tudo pago com dinheiro público", afirmou o advogado.
Além da cassação do registro da candidatura, a campanha de Marta pede a punição de Kassab e do presidente do Metrô, José Jorge Fagali, com multa.A empresa controlada pelo governo do Estado. A iniciativa é bandeira eleitoral de Kassab













